Como a TI vai ajudar o Brasil a se reerguer e como você pode crescer junto

janeiro 20, 2017

O Brasil deve marcar o futuro da Tecnologia da Informação a nível internacional. Dita no atual momento do país, a afirmação pode parecer absurda. Contudo, se o passado recente do país é marcado pela instabilidade tanto no campo econômico quanto no político e com consequências que refletem sobre diversos outros setores; no que diz respeito à TI, seguimos uma tendência que, mesmo que discreta, mantém-se firme.

Saldo positivo

O passado recente do país em relação à TI é positivo. Basta comparar com a situação global. Segundo a ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software), em 2015, o mercado de TI teve um crescimento de impressionantes 9,2% no Brasil, bem maior que a média internacional – também positiva – de 5,6%.

Em 2016, o setor voltou a crescer no início do ano. No primeiro trimestre, chegou a apresentar um crescimento de 9,2% em relação ao mesmo período do ano anterior. A situação sócio-política dos meses anteriores provocou uma redução nos investimentos, porém, mesmo assim, saímos com um crescimento de cerca de 3%.

Samba e futebol? Que nada, somos o país da TI

Somos o país latino-americano que mais investe em tecnologia da informação, sendo responsável por 45% dos recursos (em 2º no ranking vem o México, com 20%). Em termos de TIC (TI + telecomunicações), ficamos em 6º no ranking mundial, atrás apenas das potências EUA, China, Japão, Reino Unido e Alemanha.

Hoje, o mercado brasileiro emprega mais de 1,3 milhão de profissionais da TI e as vagas seguem surgindo. Uma notícia boa em um país que atualmente conta cerca de 10 milhões de desempregados. E o setor deve crescer mais ainda com o surgimento de jovens interessados nas 750 mil vagas estimadas a surgir no mercado de trabalho nos próximos quatro anos.

Vamos falar sobre o ano que chega?

O Brasil entra em 2017 em um cenário de previsões positivas para o mercado de TI. Segundo o Instituto Gartner, este ano os investimentos globais em TI devem apresentar aumento de 2,9% comparado a 2016, chegando R$ 236,1 bilhões. No Brasil, o crescimento deve ser de 3,3%, com 76 bilhões investidos.

Ou seja, as perspectivas de nosso país – bastante negativas em vários pontos – são boas ou ótimas para o setor de TI. Mas, afinal, como chegamos a isso?

A nuvem como exemplo de ousadia (e sucesso)

Curiosamente, uma das situações que proporcionaram isto foi justamente a instabilidade de nossa economia, que surgiu como um incentivo para que as empresas realizassem o investimento necessário para a migração à nuvem.

Se antes alguns empresários adotavam um posicionamento moroso em relação ao cloud computing, com a crise e a necessidade urgente de cortar custos sem perder a qualidade, a transição foi catalisada.

Em 2017, a situação deve permanecer positiva para a computação em nuvem. Porém, não mais apenas para a driblar a crise: a partir de agora, a migração se dá por conta da comprovação dos benefícios da plataforma. Assim, segundo o Gartner, o investimento na área deve chegar aos US$ 4,5 bilhões em 2017!

Analytics e Big Data – tendências que aprimoram decisões

Além da computação em nuvem, outros recursos da TI que vêm em franco crescimento no Brasil são Analytics e Big Data.

De acordo com uma pesquisa realizada pelo Grupo ASSA com executivos de 458 executivos de empresas brasileiras em 2016, 43,23% afirmavam que pretendiam investir prioritariamente em Big Data e Analytics. Número que ficou atrás apenas do investimento em nuvem, e por muito pouco (43,45%).

Como os próximos meses de 2016 foram marcados pelo clima tempestuoso em nossa economia, boa parte desse investimento deve ocorrer em 2017.

O que não quer dizer que ambas as tecnologias não foram amplamente adotadas pelas empresas brasileiras. Hoje, é praticamente impensável que alguém administre uma empresa com posicionamento online sem o auxílio de ferramentas Analytics ou Big Data.

Essa firmação tecnológica surte efeitos que cujo saldo não reflete apenas no crescimento da TI, mas sim de toda economia e mão de obra. Líderes e colaboradores agora são capazes de analisar dados e traçar as melhores estratégias, obtendo os melhores resultados. Quem ganha é o país como um todo.

Uma luz no fim do túnel

Nem tudo é negativo no que diz respeito ao futuro próximo de nossa economia.

Em documento preparatório para a reunião do G20 – grupo dos países mais ricos do mundo – realizada nos dias 4 e 5 de setembro de 2016 na China, o Fundo Monetário Internacional (FMI) vislumbrou uma melhora na situação brasileira.

O documento observa que as exportações e a produção industrial de nosso país reagiram bem à queda do dólar. Além disso, consumidores e empresários ganharam confiança, iniciando uma volta por cima depois de baixas históricas. O Brasil não tinha uma avaliação positiva do FMI desde 2012.

A ordem é coragem para investir

Como foi visto nos itens anteriores, o crescimento da TI no Brasil nesse momento difícil em que vivemos é fruto do posicionamento corajoso por parte dos empresários.

Se a necessidade está relacionada à invenção, situações difíceis são superadas através da inovação. A hora é de cortar gastos e otimizar. E é a estes ideais que a TI serve.

Invista em nuvem, investigue sua performance com Analytics e Big Data. Incentive seus colaboradores a adotarem omobile e o BYOD, agilizando processos.

Busque otimizar o acesso a seus dados, garantindo a segurança necessária para que o acesso a eles seja mantido dentro dos limites de sua empresa.

Por fim, lembre-se de que as próximas gerações terão o digital como uma segunda língua, praticamente. Vislumbre os efeitos que isso terá sobre o mercado a médio prazo!

No atual mercado, estar atualizado é um diferencial e tanto, e você pode crescer. Nós garantimos.

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Flávio Palestino

Autor

Flávio Palestino

Em 2007, Flávio Palestino participou do começo da SoftwareONE no Brasil e atuou na área de gestão de negócios inicialmente como Business Development Manager, três anos depois alcançou a posição de Sales Director BR, sempre orientado para a excelência no atendimento aos clientes.Linkedin

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