O crescimento do cloud computing em países emergentes

junho 11, 2018

Você sabe o que é cloud computing? Chamamos de computação em nuvem o outsourcing dos recursos computacionais utilizados por um negócio e feito com auxílio de uma conexão com a internet.

Com o cloud computing é possível utilizar um software ou armazenamento de terceiros e pagar muito menos do que teria para investir em uma infraestrutura local, o que torna essa tecnologia um grande diferencial competitivo e uma vantagem para empresas de todos os tamanhos. Continue lendo e entenda mais sobre o assunto!

Como o cloud computing se difere da computação tradicional?

As aplicações tradicionais que utilizávamos antes do advento da nuvem eram bastante restritas. Complexas de se administrar e onerosas para os negócios, elas exigiam uma variedade de hardware e software para funcionar e uma rede de especialistas pronta para configurá-las, geri-las e protegê-las.

O que significava que conforme as empresas se tornavam maiores e suas operações mais complexas o custo da TI escalava de acordo com essas expectativas.

O cloud computing chegou para revolucionar nosso relacionamento com a computação e permitir que eliminemos as principais dores de cabeça advindas de administrar dados localmente.

Quando uma empresa não tem a responsabilidade de implementar e mitigar o software que utiliza e o hardware em que ele opera, ela pode aproveitar da expertise de um parceiro para lidar com essas questões. Assim, sobra mais tempo para focar na missão do negócio, sem falar da economia que é feita.

Qual é o cenário da computação em nuvem no país?

A computação em nuvem chegou no Brasil há algum tempo. Entretanto, é fato que ela só começou realmente a se popularizar como uma alternativa relevante para as empresas a partir de 2014.

Ali, já tínhamos passado pela etapa de testes e adaptação, e a maioria dos negócios estava informado sobre o surgimento da tecnologia e dos seus benefícios.

Todavia, dizer isso não significa afirmar que o Brasil passou a optar pela nuvem como a escolha mais natural. Segundo um relatório do governo americano sobre o uso de cloud computing no Brasil, as primeiras empresas a adotarem a tecnologia foram Locaweb, Mandic, Totvs e UOLDIVEO.

O investimento feito por esses negócios esteve, inicialmente, concentrado na oferta de serviços de nuvem para outras empresas, principalmente as de pequeno e médio porte, que são as mais visadas pelos vendedores no país.

O que esperar dos próximos anos?

A partir de 2016, todavia, as projeções com relação ao uso da nuvem melhoraram bastante. Segundo a IDC, uma consultoria que faz estudos específicos sobre a América Latina, vemos a partir daí um crescimento mais acentuado na utilização de cloud computing na região.

Ainda de acordo com a empresa, 80% das organizações já determinavam naquele ano um plano para implementação de recursos em nuvem e pouquíssimas delas demonstravam falta de interesse na tecnologia (apenas 8% das consultadas).

Um dos maiores interessados no futuro da nuvem no Brasil é o Google. A empresa lançou em 2017 uma nova região do Google Cloud Platform para atender o país e planeja intensificar a oferta de serviços para os consumidores daqui. Uma das suas apostas é a cobrança em real, que torna o investimento na plataforma mais fácil para as empresas, que não precisam lidar com a volatilidade da moeda nacional com relação ao dólar.

Serviços mais próximos do ponto de vista geográfico são parte da estratégia da empresa porque permitem um tempo menor de latência na utilização da nuvem e tempo de performance melhor.

O desafio, porém, segue sendo a legislação nacional. Ainda é um problema para grandes negócios, como o Facebook, apostar no armazenamento local, o que poderia prejudicá-los no trato com a Justiça.

Ainda assim, podemos esperar, nos próximos anos, a dominação do cenário de tecnologia pela computação em nuvem e que os benefícios obtidos em sua implementação tornem o cenário de negócios nacional mais competitivo.

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