Informações sigilosas: como a nuvem pode ajudar a protegê-las?

abril 4, 2019

A nuvem já é uma realidade. Se você usa os serviços do Google, por exemplo, para fins pessoais ou profissionais, já é um adepto dela.

Manter as aplicações corporativas na nuvem é, inclusive, bastante atraente, pois reduz a necessidade de gestão de infraestrutura e proporciona agilidade e eficiência enquanto abre espaço para a gestão estratégica.

Além de tudo, a nuvem é móvel (com acesso fácil até por um smartphone), barata (ou gratuita) e fácil de usar. Há quem questione, porém, os riscos de segurança inerentes a esse serviço. Se você é um desses, pode se acalmar: a computação em nuvem é extremamente segura.

Tenha segurança reforçada

São raras as empresas que mantêm uma infraestrutura de segurança da informação suficientemente boa. Já os data centers, por serem administrados por experts, têm segurança física e lógica reforçada — computadores vigiados 24h por dia, sistemas anti-incêndio, redundância de energia elétrica e outros.

Quando se fala em segurança da informação, os padrões internacionais indicam três atributos básicos:

  • Confidencialidade: acesso apenas por pessoas autorizadas pelo proprietário da informação.
  • Integridade: informação deve manter todas as características.
  • Disponibilidade: dados sempre disponíveis para usuários autorizados.

Por isso, os documentos guardados na nuvem são muito mais seguros do que os impressos. Para começar, o acesso é controlado por definição de perfil e senha. Além disso, não se extraviam nem se perdem, podem ser compartilhados e acessados a qualquer hora e de qualquer lugar e ainda são assinados digitalmente.

Observe as políticas ao contratar

Na hora de contratar um serviço de nuvem, é crucial escolher uma arquitetura inteligente e segura para servir a sua empresa. Isso envolve determinar a melhor solução de backup, as especificações para computação, os detalhes da virtualização e do armazenamento, os requisitos de firewall, gestão de identidade, criptografia e análise de vulnerabilidades, dentre outros.

A escolha do provedor deve ser feita com base em avaliações criteriosas, principalmente para conferir se todas as políticas se enquadram nos requerimentos da sua empresa — não se deixe enganar, isso é bastante variável entre os fornecedores — e se a estrutura tem capacidade de suportar altas demandas e entregar o potencial esperado.

Faça o planejamento com cautela

Quando se guardam informações sigilosas na nuvem, é preciso ter uma dose extra de cautela. Em primeiro lugar, é fundamental fazer um bom planejamento da migração. Ou seja, definir quais serviços devem ser migrados e qual modelo de serviço mais se adapta à necessidades do negócio.

Toda informação sensível (como finanças, dados de clientes e propriedade intelectual) deve ser classificada pela empresa antes de definir que tipo de nuvem (privada, pública ou híbrida) e serviço (software, plataforma ou infraestrutura) serão contratados.

É importante, ainda, avaliar quais aplicações vão se comportar bem na nuvem e quais devem ficar em servidores locais.

Em resumo, se todas as precauções forem tomadas, é muito mais seguro manter suas informações na nuvem do que em seus próprios computadores locais.

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