4 tendências de datacenter para você se manter atualizado

dezembro 2, 2019

A tecnologia avança em ritmo acelerado na transformação digital. Isso gera impactos significativos nas empresas, especialmente no setor de TI. Hoje, a forma como é a sua infraestrutura se tornou uma questão estratégica, já que influencia no desempenho geral dos negócios. Por isso, é fundamental se manter atualizado sobre as tendências de datacenter.

Mas, afinal, o que há de novo em relação a isso? O que mudou na organização do ecossistema da rede? O que todo gestor de TI deve saber para tirar o máximo proveito da infraestrutura em tempos de inovação tão rápida? Se quer as respostas para essas e outras perguntas, continue lendo!

Os benefícios do uso estratégico do datacenter

Os servidores de uma empresa são o coração do armazenamento de dados. Ao longo de décadas de evolução tecnológica, os computadores passaram a utilizar gabinetes cada vez menores para desempenhar essa função. Hoje, um bom datacenter conta com piso elevado, cabeamento estruturado, ar-condicionado com controle de precisão, sistemas de combate a incêndio e uma série de outros mecanismos de controle.

Tudo isso para garantir que o ambiente digital da empresa seja mantido em pleno funcionamento, atendendo às demandas da organização. Nesse sentido, os benefícios de um trabalho bem-feito são significativos, já que a tomada de decisões baseadas em dados se tornaram cruciais em um mercado tão concorrido.

Independentemente do setor no qual uma empresa atua, ela pode coletar dados — do seu próprio desempenho, dos clientes, do mercado etc. — e transformá-los em insights relevantes para serem usados a seu favor. Se o datacenter funciona como esperado, isso se torna um diferencial estratégico frente a concorrência. Por isso, é importante investir esforços para tirar o máximo proveito dessa infraestrutura.

O ecossistema de dados

O funcionamento dos datacenters nas empresas sempre exigiu um trabalho cuidadoso de planejamento e implementação das ferramentas. É preciso, em primeiro lugar, entender as demandas da empresa e criar um diálogo entre elas e as possibilidades que a tecnologia oferece.

Afinal, vale destacar que a TI, atualmente, é capaz de reformular o core business de uma empresa de forma disruptiva. Basta olhar para algumas mudanças sociais causadas pela entrada de serviços por aplicativo, como o de transporte de pessoas (Uber), de fretes (iFood) e de hotelaria (Airbnb). Nesse sentido, o datacenter deve atender às demandas da empresa por meio de uma organização enxuta.

Isso significa que ele deve apresentar máximo desempenho dos recursos disponíveis com baixo custo operacional. Além de um bom planejamento na estrutura do hardware, isso envolve um trabalho cuidadoso de aquisição (ou desenvolvimento) das soluções de software implementadas.

Para ir além, a tecnologia evoluiu a ponto de tornar mais abstrato o próprio conceito de datacenter. Afinal, mesmo a sua infraestrutura física já pode ser digitalizada, graças aos serviços de nuvem. Apesar de se tratar de um outro conceito, o cloud computing permite criar esse ecossistema de forma mais elástica no serviço on-premise.

Não é à toa que muitas startups já assumem, desde a sua fundação, o modelo de uso da nuvem — e cada vez mais empresas buscam fazer a migração. O que mais, então, podemos prever para o futuro?

As 4 principais tendências de datacenter

O setor de TI como um todo, como mencionamos, se tornou uma ferramenta estratégica das empresas. Com isso, o datacenter precisa ser planejado e gerenciado também de forma estratégica, a começar pelos objetivos que ele se propõe a cumprir.

1. Demandas específicas de usuários

As atividades desempenhadas pelos profissionais de hoje variam muito, mas trazem consigo um ponto em comum: a necessidade de um aporte tecnológico que sustente a sua execução. Nesse sentido, o datacenter deve ser capaz de atender a demandas específicas não só a nível organizacional, mas individual (dos usuários).

Tanto internamente quanto na nuvem já é possível criar uma infraestrutura como código (IaC), por exemplo, para otimizar o uso do ambiente digital. Grosso modo, é possível definir as configurações do servidor por um script — e o código pode ser inserido no próprio software, para ser rodado na instalação.

Logo, o desempenho a nível individual deve ser mais alto, permitindo que os usuários executem as suas atividades remotamente, em ambientes personalizados.

2. Variedade de opções de padrão

Essa personalização nem sempre é feita totalmente na nuvem, já que algumas empresas optam por manter ao menos uma parte do datacenter nas suas instalações. Contudo, isso não é impedimento para um modelo elástico e escalável.

A tendência é que modelos como a infraestrutura convergente ou hiperconvergente (HCI) ganhe espaço. As opções variam, é claro, de acordo com a necessidade de cada empresa. Na prática, a nuvem híbrida é uma grande aliada de quem não opta pela migração total e prefere manter uma infraestrutura interna.

Um dos desafios, nesse sentido, é lidar com o custo da implementação de um modelo convergente que integre os servidores. Entretanto, trata-se de uma alternativa mais procurada por grandes corporações em setores como o da indústria, em que os benefícios acabam provendo o devido retorno.

3. Mudança exponencial das tecnologias

Em geral, as mudanças no uso do datacenter são muito estratégicas e organizacionais. As empresas precisam identificar as suas demandas, encontrar um modelo que atenda às suas necessidades e atue alinhado com as demais tecnologias que ela utiliza: Internet das Coisas (IoT), Inteligência Artificial (IA), Big Data, soluções de análise de dados etc.

Nesse sentido, a nuvem volta a ser destaque. Afinal, o serviço pode ser remodelado de acordo com as demandas de cada momento.

4. Microsserviços

Ainda na esteira dos modelos de datacenter voltados às necessidades individuais, os microsserviços também são uma tendência importante no mercado. Sistemas de container, por exemplo, permitem a elaboração de ambientes personalizados para cada software a ser rodado. Na nuvem, isso facilita o trabalho de quem mantém sistemas como o de e-commerces, por exemplo, que precisam de estabilidade e desempenho.

No geral, trata-se de uma movimentação para orquestrar as partes física e lógica dos datacenters. Por isso, é importante que o trabalho de gestão do sistema esteja sempre alinhado à estratégia da empresa, já que ele deve se guiar por um mapeamento das demandas de cada profissional.

São mudanças que, como você pôde ver, criam um leque de possibilidades muito mais amplo para a utilização da infraestrutura de TI. Agora que você conhece as principais tendências em datacenter e o potencial de transformação de um negócio, faça uma análise dos seus ativos e veja de que forma a sua empresa pode se beneficiar dessas oportunidades.

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Equipe de Redação

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