Mercado Financeiro: 5 tendências de TI que vão dominar 2018

março 28, 2018

As tendências de TI para o mercado financeiro em 2018 continuam o ritmo disruptivo dos anos anteriores. O foco na computação em nuvem ainda é um ponto importante, mas a adoção da Inteligência Artificial e o Big Data ganham protagonismo também.

Todas essas tendências têm objetivos em comum: simplificar os processos operacionais, aumentar a satisfação do cliente e conquistar novos consumidores.

Curioso para conhecê-las e entender como cada uma se aplica no mercado financeiro? Então fique atento à lista abaixo!

1. Computação em nuvem

Em 2018, vamos ver a computação em nuvem dominar de uma vez por todas o panorama do mercado financeiro.

A grande diferença para os anos anteriores é o fato de que a tecnologia não parou de evoluir e hoje é uma das maneiras mais seguras de armazenar dados e operar serviços.

Se, antes, colocar informações financeiras na nuvem apresentava um risco enorme, a nuvem pública evoluiu a ponto de que seus benefícios superem os riscos.

Não podemos dizer que todos os sistemas financeiros de grandes bancos irão para a cloud, mas é correto afirmar que as principais aplicações utilizadas no dia a dia dos operadores financeiros não estarão mais instaladas em máquinas locais. O motivo para isso é bem simples.

A nuvem oferece um custo-benefício enorme e escalabilidade incomparável com relação a outras formas de armazenamento, o que faz com que ela seja uma boa escolha para os mais variados tipos de negócios.

O uso de APIs é outro dos fatores que influenciarão o aumento da popularidade da nuvem. Elas abrirão o mercado para aplicações feitas para consumidores, e estas certamente estarão hospedadas na nuvem.

2. Big Data

Big Data não é exatamente uma novidade, principalmente em grandes bancos. Estes já utilizam o poder dos dados há muito tempo para entender que tipos de clientes apresentam um perfil interessante para um empréstimo e detectar aqueles mais propensos a defraudar.

Todavia, hoje o Big Data entra no mercado financeiro com um papel muito mais amplo do que em outros momentos.

Os grandes dados estão se tornando sofisticados, e essa sofisticação pode ser vista na forma como vêm sendo utilizados para lidar com compliance, por exemplo. Eles também são uma das melhores estratégias na hora de cooptar novos clientes, porque apontam na direção que o mercado está indo.

O Big Data hoje é muito menos complexo do que aqueles sistemas que processavam grandes conjuntos de informação utilizados pelos bancos tradicionais.

Seus recursos de visualização foram otimizados e ele agora funciona como um instrumento na tomada de decisões. Isso significa, também, que ele se tornou um instrumento popular e acessível a todos os membros da organização.

Hoje, durante um atendimento, seu gerente pode acessar o software de Big Data que utiliza para entender quais são as melhores opções para você. O relacionamento com o cliente, portanto, é um dos aspectos que serão qualificados com o avanço do Big Data.

3. Inteligência Artificial

A Inteligência Digital é a nova fronteira da inovação. Presente em tecnologias como o Machine Learning, ela entra no mercado financeiro com expectativas altas para cumprir.

Afinal, o fato de que hoje os algoritmos podem aprender sozinhos é um diferencial e tanto com relação aos sistemas programáveis que utilizávamos há pouco tempo.

Dentro de alguns anos, são os serviços de Computação Cognitiva, outra vertente da Inteligência Artificial, que dominarão o mercado financeiro.

Feitos para melhorar a maneira como o departamento de vendas interage com clientes e prontos para tomar decisões importantes, como recomendar investimentos, esses sistemas serão muito importantes para uma empresa se destacar no setor.

O “banco cognitivo”, conceito criado pela IBM, realiza os mesmos processos que um atendente real faria, utilizando nada mais que uma Inteligência Artificial, como o Watson.

O benefício é que esses bancos cognitivos podem processar grandes volumes de informação simultaneamente, tornando o mercado financeiro mais produtivo sem comprometer sua performance.

4. Banco mobile

O banco mobile é outro avanço que, embora inicialmente tenha sido recebido com desconfiança pelos clientes, tornou-se parte de nosso dia a dia. Por causa disso, a tendência é que sejam investidos milhões de reais na área para que a experiência que temos ao interagir com um aplicativo seja tão boa quanto possível.

A aceleração do mobile banking se dará na forma de transações sem fricção. O caminho para elas foi pavimentado por outras tecnologias que já citamos aqui, como a computação em nuvem e o Big Data. São elas que tornam possíveis tarefas tão complexas quanto transferências de dinheiro com um clique e o uso da biometria.

Com a proeminência de bancos digitais, que se vendem como descomplicados e têm como principal atributo aplicativos fáceis de usar, é natural que as instituições financeiras tradicionais sigam o mesmo caminho.

Respondendo às demandas do consumidor, essas empresas investirão, cada vez mais, em criar serviços que caibam na palma de nossas mãos.

5. Blockchain

O uso de ledgers distribuídos ou blockchains é uma dessas tendências que têm ganhado espaço no mercado financeiro. O principal motivo disso é a confiabilidade nas transações.

A tecnologia blockchain é virtualmente inviolável, ou seja, não pode ser forjada nem manipulada por agentes externos.

Toda a confiabilidade advém de redes distribuídas, que funcionam de maneira interdependente. Hipoteticamente, o blockchain nasceu com a pretensão de desbancar os serviços financeiros tradicionais, mas a realidade é que ele se integra muito bem a eles.

Um dos seus atributos mais atraentes é o custo reduzido na transação. Enviar valores, informações, documentos e dados utilizando blockchain é muito menos oneroso do que fazê-lo com auxílio de outros métodos. E, obviamente, o mercado financeiro já está atento a como isso pode fazer a diferença nos serviços que ele oferece.

Hoje, o desafio na sua implementação reside em convencer mais bancos ao redor do mundo a adotá-lo.

A força do blockchain está na rede que o compõe e, se o mercado financeiro conseguir entrar em acordo quanto a sua participação nesse processo, incontáveis benefícios poderão ser aproveitados. O tempo para se concluir transações e o custo sendo os principais impactados.

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Equipe de Redação

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